terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Grande Vídeo



Este é um grande vídeo que nos ajuda a pensar sobre a devastação causada pela humanidade. Uma verdadeira viagem no ambiente da matança desde os dias de Cristo, pela Segunda Guerra Mundial até as profundezas do mar, ainda hoje. Assista

Cena Triste



Moradores das Ilhas Faroe, carneiam, uma Baleia Piloto (há duas espécies: Globicephala melaena e Globicephala macrorhynchus. A foto é desta fonte. Mais dados se encontran no site da Sociedade Cetácea Americana . A ilustração mostra detalhes da cabeça. Me parece que é o formato da cabeça que lhe dá o nome "globicephala" - que no meu entender, na altura do campeonato, me parece cabeça em forma de globo, bola ou arredondada. A leitura de jornais, revistas, artigos na internet revelam números assusutadores. Só as ilhas Faroes matam 1.500 baleias-piloto por ano. Sabe oinde ficm as ilhas Faroes? Leia esta reportagem de Bruno Lima do site O Viajante.

10.886 baleias mortas em Cabedelo (PB)

"As baleias minke, Balaenoptera bonaerensis do hemisfério sul foram capturadas nas regiões tropicais em estações baleeiras como a de Durban, costa oeste da África do Sul e a de Costinha, no nordeste do Brasil. Apenas duas companhias baleeiras operaram no Brasil: a Sociedade de Pesca Taiyo Limitada situada em Cabo Frio, Rio de Janeiro que operou de 1960 a 1963; e a Companhia de Pesca Norte do Brasil (COPESBRA) situada em Costinha, Estado da Paraíba (6º57'45"S, 34º51'28"W) que teve sua fundação em 1911 e operou até 1985, quando foi decretada a moratória de caça às baleias. Esta armação baleeira localizava-se na margem esquerda do estuário do Rio Paraíba no município de Costinha, em frente ao Porto de Cabedelo.

Nas águas de Costinha, Estado da Paraíba um total de 10.886 baleias minke foram capturadas de 1963 até 1980. Após 1982, a baleia minke passou a ser a única espécie caçada no Brasil, como também a de maior importância econômica em nível internacional, representando 85% das capturas mundiais. No período de 1970 a 1985 as capturas de baleia minke em Costinha variaram entre 600-1000 por ano, indicando que considerável número de baleias minke migravam para esta região (HORWOOD 1990)"

- Ciatação do trabalho de Alineide Lucena, de Cananéia, São Paulo

Avistabaleeiros coreanos



Imagens,fotos e texto da promoção de uma agência de viagens da Coréia oferecendo pacotes para ver delfins-côr-de-rosa marítimos na Baia de Hong Kong

홍콩의 풍선검 -핑크 돌고래(Sousa chinensis)는 세계에서 가장 바쁜 공항이든 쇼핑 센터든 또한 사람들로 가득한 장소 등 어느 곳이든지 가까이에 있다. 핑크 돌고래는 1997년, 핑크 돌고래와 홍콩의 경제 발전이 야기한 절멸의 위험에 처한 야생동물 양도 기념식의 공식적인 마스코트가 되었다. 홍콩 돌고래 관찰은 그들간 관계의 중요성을 조장하기 위해 1995년 이래로 돌고래를 보기 위한 사람들이 계속되어 왔다.


홍콩과 마카오 사이에 진주해의 삼각주는 수천마리의 인도 -태평양 혹등돌고래(Sousa chinensis)의 집결지이다. 중국해를 따라 움직이는 이 돌고래 집단은 아름다운 핑크색으로 빛난다.

돌고래 관찰투어 가능일 : 수요일, 금요일, 토요일
요금안내 : 어른 HK$280, 12살 이하의 어린이(3~11살) HK$140

[반나절 크루즈투어]
ㆍPick up
1. 홍콩 중심가에 위치한 만다린 오리엔탈 호텔의 동쪽 로비에서 오전 8:30
2. 구룡반도에 위치한 침사추이에 있는 구룡호텔 로비에서 오전 9:00

ㆍBoarding
고급스러운 크루즈를 타고 북쪽의 란타우 해안에서 몇 시간 동안 투어를 즐기며 오후 1:00에 도심으로 돌아온다.
약 3시간 소요. 티 , 커피 그리고 스낵 등은 크루즈 안에서 제공된다.

Notícias baleeiras do Chile



Que foto! Mostra o trabalho do Chile com as baleias. Saiba mais. Fonte do Mapa da Isla Grande de Chiloé

Proyecto Alfaguara (Chile) Los avistamientos continuos de ballenas azul, sei y jorobada (jubarte) realizados en las cercanías de Puñihuil, una pequeña comunidad de pescadores artesanales ubicada al noroeste de la Isla Grande de Chiloé, confirman la relevancia que tiene la zona para la conservación de estos grandes cetáceos.

La presencia de ballenas azul, sei y por primera vez en tres años de ballenas jorobada junto a sus crías, ha permitido al equipo de CCC reunir durante las últimas semanas valiosa información científica la cual será analizada junto a destacados científicos con el fin de desarrollar propuestas orientadas a la conservación efectiva de las especies presentes en la zona.

El patrocinio oficial del Ministerio de Relaciones Exteriores, el apoyo logístico de la DIRECTEMAR, la participación activa de las comunidades costeras y la colaboración de científicos internacionales, consolidan al Proyecto Alfaguara de Centro de Conservación Cetacea (CCC) como una importante iniciativa de interés nacional. Adicionalmente, la información científica reunida a través del proyecto será compartida a nivel nacional e internacional con el fin de facilitar el entendimiento sobre la biología, distribución y estado de conservación de la especie en el Pacifico Sur oriental.

El proyecto, que cuenta también con el auspicio de Fundación Rufford, lleva el nombre histórico dado a las ballenas azules por antiguos balleneros en aguas chilenas y busca el desarrollo integral de diversas actividades sociales y científicas orientadas a garantizar la protección y conservación de la especie en Chile.

De acuerdo a Cristián Maquieira, Director de Medio Ambiente, Antártica y Asuntos Marítimos, "el Ministerio de Relaciones Exteriores de Chile ha otorgado su patrocinio a este proyecto, dada su permanente preocupación por promover la conservación y conocimiento de los mamíferos marinos, especialmente, de los cetáceos que migran frente a nuestras costas. En esa misma orientación, es que nuestro país está postulando a convertirse en la sede la 60ª Asamblea Anual de la Comisión Ballenera Internacional (CBI) que tendrá lugar el año 2008".

Para la Dra. Carole Carlson, experta mundial en el estudio y conservación de cetáceos, quien ha trabajado durante los últimos cuatro años junto a CCC, "es sorprendente observar la rica diversidad marina presente en la costa de Puñihuil. Como investigadora marina, observar las ballenas azul, sei y jorobada tanto desde la costa como en el mar, es por si muy emocionante. Hacerlo con un equipo de personas que involucra directamente a la comunidad local y cuenta con su apoyo, enriquece cada encuentro y nos beneficia a todos, transformando a los científicos como yo en estudiantes. El trabajo de CCC con los organismos de gobierno complementa los esfuerzos realizados con la comunidad local y emerge un objetivo común: aprender más sobre estas especies y conservar para las futuras generaciones el patrimonio natural marino de Chile".

Botos rosados




É complicado falar de golfinhos em português devido à variedade de palavras. Golfinho, delfim e boto são as palavras mais usadas. Na foto aparecem, no meio, um delfim chinês chamado Souza - quer dizer do gênero Souza. O nome completo é Souza chinensis (中华白海豚). Ele vive no Mar da China e pode ter uma área marítima para viajar que pode chegar muito mais longe. Os turistas sempre os observam na Baía de Hong Kong. O probrezinho enfrenta muitos problemas especialmente da poluição (esgotos, efluentes) e tráfego intenso de barcos. A foto é oficial e foi tirada deste site do governo chinês.

O boto que aparece abaixo é visto na foto do pessoal de Roxane Kramer, bióloga, pesquisadora e ambientalista de uma ONG no Peru que defende a floresta amazônica. O logotipo da ONG aparece acima. Vemos aqui um boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis) acopnhado de um filhote. Eles já foram marítimos. Daí há duas hipóteses. Entraram no Amazonas, vindo do Oceano pacífico na época em que o Amazonas desembocava no Pacífico. Neste caso, eles morariam no Amazonas há pelo 15 milhões de anos. A segunda hipótese é que eles tenham subido o rio Amazonas vindo Oceano Atlântico. Neste caso eles seriam residentes do Amazonas entre 1.8 e 5 milhões de anos. Saiba mais sobre esta ONG do Alto Amazonas e o trabalho de Roxane Kremer.

Baleia de Omura

Foto parece ser uma concepção artística encontrada neste blog.

Esta baleia que aparece aqui, por incrível que pareça, não tem nome popular. O único que ela tem é que os taxonomistas chamam de nomeclatura binominal. Depois de séculos caçando baleias, o milagre aconteceu: cientistas japoneses descobriram a Balaenoptera omurai em 2003, onde o primeiro nome indica o gênero, ela é um balenopterídeo, é do grupo Mysticeti ou baleias-de-barbas, incluindo nove espécies repartidas por dois géneros. Ver lista abaixo. Essas baçleias são chamadas também de "rorqual", do norueguês que significa baleia com pregas. Todos os membros desta família tem um conjunto de pregas na pele que se iniciam na parte inferior da boca e se estendem até ao umbigo (excepto a baleia-sei ou rorqual-sardinheira que as tem mais curtas).

A lista:

Família Balaenopteridae (rorquais)
Subfamília Balaenopterinae
Género Balaenoptera


Rorqual-comum, Balaenoptera physalus
Rorqual-sardinheira, Balaenoptera borealis
Rorqual-de-Bryde, Balaenoptera brydei
Rorqual-de-Bryde-anã, Balaenoptera edeni
Baleia-azul, Balaenoptera musculus
Rorqual-anã-boreal, Balaenoptera acutorostrata
Rorqual-anã-austral, Balaenoptera bonaerensis
Balaenoptera omurai, (Descrita em novembro de 2003 e sem nome comum).

Subfamília Megapterinae
Género Megaptera
Baleia-de-bossa, Megaptera novaeangliae (Baleia Jubarte)

Fonte Wikipedia